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O básico para o seu site ser encontrado: endereço próprio, título, descrição e sitemap
Uma das quatro notas do Lighthouse chama-se SEO. Como explicamos no texto sobre a ferramenta, ela mede se o site está tecnicamente pronto para ser lido pelos buscadores, não em que posição ele aparece. Este artigo lista o que faz parte desse "pronto", em linguagem simples, para você conferir no seu site.
Endereço próprio e HTTPS
Um site que vive dentro de outro serviço, num link de perfil ou numa página de construtor com o nome da plataforma no endereço, não é seu. Domínio próprio (por exemplo, suaempresa.com.br) é o que permite ser encontrado pelo nome e continuar existindo se você trocar de ferramenta. HTTPS, o cadeado, é o que protege o que trafega entre o visitante e o site. Não é uma exigência formal para um site existir, mas hoje é o padrão esperado: o Chrome marca páginas sem ele como "Não seguro" na barra de endereço, o Google o considera um sinal de qualidade e o próprio Lighthouse o verifica em boas práticas. Em domínio próprio, costuma vir junto com a hospedagem, sem custo separado.
Título e descrição de cada página
Cada página tem um título e uma descrição que não aparecem na tela, mas aparecem no resultado da busca. Se todas as páginas usam o mesmo título, o buscador não sabe qual mostrar para qual pergunta. O certo é cada página dizer, em uma frase, do que ela trata: a página de agendamento fala de agendamento, a de loja fala de loja.
Uma página por assunto
Quem procura "site para loja de roupas" quer chegar numa página sobre isso, não numa página genérica que fala de tudo. Por isso o nosso site tem uma página para cada serviço. Uma landing page faz esse papel para um serviço só; um site institucional organiza vários assuntos em páginas separadas. A escolha entre um e outro está em outro artigo.
Sitemap e robots
O sitemap é uma lista, gerada pelo próprio site, com os endereços que merecem ser lidos. O robots.txt diz o que os buscadores podem ou não visitar. Nos nossos projetos, demonstrações com empresas fictícias ficam marcadas para não serem indexadas, para ninguém encontrar uma barbearia que não existe.
Conteúdo que responde à pergunta
Nada disso adianta se a página não responde ao que a pessoa foi procurar. Título claro, um parágrafo que diz o que é, para quem é e o que fazer em seguida. Texto escrito para robô, cheio de repetições, é lido como texto ruim tanto pelo buscador quanto pelo cliente.
O que ninguém pode prometer
Posição. Ela depende da concorrência, do conteúdo e do tempo, e o próprio Google não a garante a ninguém. O que dá para fazer é acompanhar: o Search Console, ferramenta gratuita do Google, mostra em quais buscas o site apareceu, quantas vezes foi clicado e quais páginas receberam visita. É com esses dados, e não com promessa, que se decide o próximo passo.
Se o seu site não tem endereço próprio, título por página ou sitemap, esse é o começo. Conte na conversa como ele está hoje e a gente olha junto.

